segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Exercícios 1 & 2

 Joana Camões Pereira

 

1. Conte uma anedota breve.

Numa aula de Português, a professora pede ao Joãozinho:

— Joãozinho, conjuga o verbo cantar.

Responde o rapazinho:

— Eu canto, tu cantas, ele...

— Se for o Carlitos a cantar? Ele...

— Ele que se cale!  

 

2. Qual o último livro que comprou? Onde?

Tal como alguns dos meus colegas, também tenho por hábito comprar através do Book DepositoryA minha última aquisição foi The Poetry of Han-Shan: A Complete, Annotated Translation of Cold Mountain, tradução e organização de Robert G. Hendricks.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Exercícios 1 e 2

 1. Conte uma anedota breve (3-5 linhas).

(Aproveitando a temática do dia dos namorados.)

- João, sabes qual é a diferença entre um namorado e um marido?

- Não, qual é?

- 30 quilos de diferença.


2. Qual foi o último livro que comprou? Onde?

 Em janeiro comprei dois livros: o primeiro foi o livro de Gabriel García Márquez "Cem anos de Solidão", um clássico que já queria ler há algum tempo, que comprei através do OLX. O segundo intitula-se "American Royals: Majesty", que é o segundo livro da série "American Royals" da autora Katharine McGee e encomendei-o através do Bookdepository, um site do qual alguns colegas já tinham falado na aula. 

Deixo aqui o link: https://www.bookdepository.com/

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Sumário aula 1

 


1. Uma disciplina eminentemente prática. O docente fala do que sabe e lhe interessa, mas desafia-vos a fazerm projetos acerca do que vos interessa. Por razões óbvias (o tempo), o docente tem os pés no passado, é um cidadão do século XX, os discentes são cidadãos de pleno direito do século XXI. Reconhecer este conflito (no bom sentido da palavra: pessoas interessadas e interessantes, mas com interesses distintos, quiçá opostos) é útil, estimulante, produtivo.  Entrementes, com a pandemia, estamos de novo a coxear: em casa, por zoom, sem convidados para darem masterclasses, sem visitas de estudo. A ver vamos. 

E, importante, a prioridade (editar é escolher) é pouparmos as energias. Se alguém sentir que está em esforço, sff diga. 

2. Exercício zero: 
2.1. Solução (ou nem por isso): 
Eram Saramago e Lobo Antunes, dois autores portugueses (e com sucesso internacional) cujo estilo e cuja voz são mais reconhecíveis. Saramago criou (tanto quanto sei) o estratagema pedagógico de, nos parágrafos longos com diálogo e narração, usar as maiúsculas para indicar a mudança de personagem. O resto já era prática dos escritores barrocos latino-americanos, mas as maiúsculas são recurso dele. Pelo menos, foi nele que eu (um leitor atento mas não absoluto) vi pela primeira vez este tão simples e excelente recurso, que tem o condão de tornar o texto logo mais legível.  Lobo Antunes foi, quem em língua portuguesa, melhor interiorizou as experiências de William Faulkner. É típico dele o parágrafo de memória, com pormenores ora ternos ora sórdidos, intervalado por uma frase de outra pessoa (fantasma ou real) que funciona como um refrão, sendo esse discurso direto indicado duplamente: com travessão e um espaço francamente maior que o convencionado.

2.2. A prova cega éum bom exercício. O objetivo não é «acertarmos» para ganhar um qualquer concurso, é apurarmos o nosso ouvido. Como podemos ser escansões se nada percebermos de vinhos? Como podemos achar um texto bom ou mau, publicável ou não publicável, se não treinarmos a nossa confiança? Repito: não se trata de acertar, os melhores erram. Estamos na indústria do erro e da pontaria de olhos vendados. Mas temos de confiar em nós, na nossa intuição. 

2.3. Estou careca de conhecer gente que está numa atividade em esforço. Tentando não ser apanhada, porque sabe ser uma fraude. Todos nos sentimos uma fraude num ou noutro momento da nossa vida (a falta de confiança é prova de que estamos vivos), mas há gente que se nota que percebe de um assunto e outra que está à nora. Há gente que, para falar de um texto, para opinar sobre um poema, tem de ir ver a cábula, para saber o que dizer. Em Portugal, até há uma tradição de críticos que iam ver o que dizia o jornal estrangeiro, para depois poderem mostrar que estavam carecas (sim, também eles) de saber aquilo que nós, plebeus, desconhecíamos. Podemos fazer carreira enganando meio mundo, mas não aconselho - como com o retrato de Dorian Gray, acaba por se nos ver na compleição. 

2.4. Não temos todos de saber de literatura. Mas um aluno de literatura ou alguém que ambicione ser editor literário tem de trabalhar o gosto, apurar a princesa e a ervilha que há em si. O mundo do texto e do livro é hoje suficientemente vasto para não podermos tocar todas as teclas. Mas alguma há que tocar. A vossa cultura livresca não tem de ser a minha, embora para mim seja estranho contactar com universitários que não leram Dostoievsky, Camus, José Gomes Ferreira (o poeta, não o tele-especialista em tudo). Mas compreendo: eu sou do século XIX (a minha formação tem mais em comum com as gerações anteriores por século e meio que com a vossa, adultos no século XXI. Compreendo. Acho estranho, mas compreendo. E espero que a compreensão seja mútua. 
Agora, parece-me importante encontrar o cânone (o nosso, o «meu») em qualquer área. Sob risco de estarmos a tomar plástico por mármore. Quem nunca comeu um genuíno prato com 

3. Mais propostas de exercícios: 

1.      Conte uma anedota breve (3-5 linhas)  --> para quarta 17

2.      Qual foi o último livro que comprou? Onde? (Feito na 1ª aula)

3.      Indique a sua editora/livraria favorita. Diga porquê.

4.      Encontre cinco grandes títulos

5.      Escreva um comunicado de imprensa dum livro

6.      Encontre um artigo interessante e de acesso gratuito online (e partilhe)

7.      Escreva um livro para crianças. Regra: 10-22 pp., 1-3 frases por página (faça os esboços do que um desenhador profissional fará depois)

8.      Escreva uma entrada do programa (formato verbete, c. 350 palavras)

9.      [Continua]




Exercícios 1 e 2

Joana Nunes


1. Conte uma anedota breve (3-5 linhas).

Anedota 1

A professora pergunta ao Artur:

– Menino Artur, como posso dividir 8 batatas por 7 crianças?

– É fácil, professora. Faça puré.


Anedota 2

O chefe para o empregado:

– Acreditas na vida depois da morte?

O empregado:

– Claro que não! Não existem provas disso.

– Agora existem. Ontem saíste mais cedo para ir ao funeral do teu tio e ele apareceu aqui à tua procura!



2. Qual foi o último livro que comprou? Onde?

Comprei 3 livros na Wook. Dois deles fazem parte de uma trilogia: Did I Mention I Love You? e Did I Mention I Need You? de Estelle Maskame. O outro é do autor português Pedro Rodrigues: Deve Ser Primavera Algures



Em seguimento do que foi falado em aula e graças ao algoritmo, encontrei um site de compra e venda de livros usados. Li uma notícia no site nit.pt sobre uma plataforma portuguesa a que Ricardo Farinha chama "um OLX de livros em segunda mão". Para os interessados, fica o endereço: tradestories.pt

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Exercícios 1 e 2

Julia Roveri


Anedota 1 (piada)

O assunto da aula era ‘medo’. A professora começa perguntando: “Pedrinho, do que você tem mais medo?” “Do bicho-papão, professora.” “Mas Pedrinho, o bicho-papão não existe. É apenas uma lenda... Você não precisa ter medo.” “Mariazinha, do que você tem mais medo?” “Da dama do pé de cabra, professora.” “Mariazinha, a dama do pé de cabra também não existe. É somente outra lenda... Você não precisa ter medo.” “E você, Joãozinho? Do que tem mais medo?” “Do Mala Men, professora.” “Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men?” “Quem é eu também não sei, professora. Mas toda noite minha mãe diz na oração: “Não nos deixais cair em tentação e livrai-nos do ‘Mala Men’.”

Nota: Optei por adaptar os termos “mula-sem-cabeça” e “saci-pererê” (próprios do folclore brasileiro) substituindo-os por figuras de lendas portuguesas, nomeadamente “bicho-papão” e “dama do pé de cabra”.

 

Anedota 2 (caso verídico pouco conhecido)

Nas margens de diversos livros da Idade Média (séculos XIII e XIV), há ilustrações de cavaleiros lutando contra caracóis. Embora não haja consenso entre os estudiosos, as investigações apontam que os caracóis podem simbolizar vários temas, tais quais a ressurreição, o alto clero, a lentidão do tempo, o isolamento da classe dominante, a opressão da aristocracia sobre os pobres, uma crítica aos alpinistas sociais, a sexualidade feminina, a humildade virtuosa (em oposição ao orgulho cavalheiresco), entre outros.


Qual foi o último livro que comprou? E onde?

Esta semana encomendei dois volumes da série de banda desenhada A Saga, da editora Gfloy, na livraria Tinta nos Nervos. Esta livraria me foi indicada por um vendedor solícito na Feira do Livro de Lisboa, ao perceber que eu me interessava pelo gênero.


Exercícios 1 e 2

 Tagiane Mai


1. Conte uma anedota breve (3-5 linhas)

Duas mulheres olhavam um álbum de recordações. Nas páginas, imagens de todos os garotos pelos quais já foram apaixonadas quando novas. A primeira apontou para uma foto e disse:

― Este foi o meu namorado mais feio.

A segunda passou os olhos pelas páginas e olhou, confusa, para a amiga:

― Onde estão os bonitos?


2. Qual foi o último livro que comprou? Onde?

Como comentei em aula, foi o livro O meu irmão, de Afonso Reis Cabral. Comprei-o na livraria Palavras de Culto, que faz parte da Rede de Livrarias Independentes (RELI). Neste momento de pandemia e confinamento, a rede se propõe a divulgar as alternativas locais e promover a venda de livros fora dos grandes circuitos comerciais. Contatei a livraria pelo Instagram, e o livro foi entregue, sem custos, em casa. 

Guia de sinais de revisão

Mesmo com o semestre já findado, deixo aqui  este guia bastante completo dos sinais usados na revisão de texto. O  site  Revisão para quê t...